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Alerta: perigo do "jogo da baleia azul"

Atenção nas escolas para o perigoso jogo "Baleia Azul": é real, os jogadores estão entre nós e precisam de ajuda!



A Secretaria de Estado da Educação, em continuidade aos trabalhos desenvolvidos de Educação em Direitos Humanos e diante dos riscos existentes às crianças e adolescentes pelo acesso aos jogos violentos, incluindo o "Baleia Azul", recomenda aos gestores das escolas, docentes, funcionários e pais especial atenção no fortalecimento de mecanismos de proteção nas escolas.



O que é o jogo Baleia Azul?



Trata-se de um jogo suicida acessível via Internet por qualquer pessoa, principalmente crianças e adolescentes. Esse jogo apresenta desafios perigosos que incitam a automutilação e outras violências até chegar ao suicídio, colocando em risco a vida do jogador, da sua família e dos seus amigos.



Como funciona?



Há grupos nas redes sociais induzindo crianças e adolescentes a cumprirem desafios do "Baleia Azul", atentando pela própria vida, integridade física e psicológica. Nas conversas virtuais, um grupo de organizadores chamados "curadores" propõe 50 desafios aos adolescentes tais como: fazer fotos assistindo filmes de terror, automutilar-se desenhando baleias com instrumentos afiados em partes do corpo, sendo a última tarefa o suicídio. Aproveitam-se da "vulnerabilidade" dos jovens para fazer o aliciamento em um jogo que eles não sabem como será o final, instigando a curiosidade. Uma vez iniciado, o jogo não pode ser interrompido, o jogador é induzido a continuar com várias ameaças que envolvem inclusive os seus familiares.



Como proteger nossos estudantes?



1. Observar os sinais de alerta



Os Educadores devem observar as mudanças de comportamento dos estudantes como: isolamento, alteração no humor, mudança de rotina, vestimenta, marcas no corpo, atitudes de autoflagelo, tatuagens, etc.



Orientar os pais para que também observem e façam o acompanhamento sistemático dos filhos quanto às suas atividades na Internet, principalmente no acesso a jogos e redes sociais, comumente portas de entrada aos aliciadores on line.



2. Denunciar



Na escola, informar à direção e pedagogos e informar a família quando for observada qualquer alteração no comportamento do estudante. As denúncias poderão ser feitas através do Sistema de Denúncias da Ouvidoria da SEED – SIGO (www.seed.pr.gov.br/ouvidoria) que irá auxiliar no encaminhamento da questão com o apoio de órgãos competentes. As autoridades locais poderão ser informadas dos casos constatados.



As Secretarias de Estado estão trabalhando num esforço conjunto para fortalecer os processos de formação continuada dos professores com relação ao uso seguro das tecnologias digitais.




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